Frutos para período do advento FRUTOS PARA O PERÍODO DO ADVENTO A partir do próximo (29/11) domingo estaremos celebrando o período do advento (período que antecede ao natal). Para cada semana do advento sugerimos um fruto do Espírito Santo como sinal da presença de Deus e da nossa disposição em atuarmos como protagonistas da história, mas com respeito e dignidade para com os outros. O natal não é uma festa do eu e sim para os outros que se inserem em nossas vivências. Primeira semana do advento – Longanimidade Longanimidade é a paciência para suportar as ofensas alheias ou o próprio sofrimento. Aparece poucas vezes na Bíblia e é raramente usada em nosso vocabulário. É á misericórdia divina com o pecador: “... é longânimo para conosco, não querendo que nenhum pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento (I Pd 3.9)”. Junto da humildade e da mansidão, a longanimidade é um dos frutos dos cristãos dignos de sua vocação (Ef 4.1-2). Paulo a inclui na exortação para que os cristãos se revistam como eleitos de Deus, santos e amados (Cl 3.12). Os líderes da igreja devem exortar com toda a longanimidade ( II Tm 4.2). Segunda semana do advento – Benignidade Qualidade de quem é benigno, suave, brando, agradável. Disposição para fazer o bem e agir de forma complacente. “É usada para indicar tanto a atitude de Deus para com o seu povo, como a atitude do povo de Deus para com Ele.”[i] Devemos nos revestir de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade, quatro frutos do Espírito Santo (Co 3.12). O Salmo 136, num ato de louvor a Deus, apresenta esta expressão em todos os seus versículos. Terceira semana do advento – Bondade Bondade e benignidade são palavras sinônimas que indicam o caráter de Deus e os frutos que podem ser desenvolvidos na vida do cristão em seus relacionamentos. “Benignidade é uma questão de disposição e bondade refere-se a palavras e atos”.[ii] O apóstolo Paulo compreendeu que os cristãos romanos possuíam a bondade para desenvolver o ministério da admoestação (Rm 15.14). A bondade e a longanimidade eram aspectos recomendados pelos apóstolos (II Co 6.6). A bondade é fruto da luz (Ef 5.9). Quarta semana do advento - Fidelidade Trata-se da lealdade, constância e firmeza nas afeições e nos sentimentos. É a fidelidade com Deus e com os compromissos. Jesus narra uma parábola em que o servo bom e fiel é recompensado (Mt 25.21). A fidelidade é uma característica dos que exercem dons e ministérios (I Co 4.2), como Timóteo (I Co 4.17), Tíquico (Ef 6.21) e Epafras (Cl 1.7. Finalmente chega o natal e do contexto da manjedoura ouvimos: paz aos homens e mulheres de boa vontade, que vivenciam a longanimidade, a benignidade, a bondade e a fidelidade. Assim haverá paz... Bispo Josué Adam Lazier
[i] DOUGLASS, J.D. O novo dicionário da Bíblia. São Paulo, Edições Vida Nova, 1981, vol. I, p. 203. [ii] STOTT, John R.W. A mensagem de Gálatas. São Paulo, ABU, 1989, p. 135.
Categoria: Reflexões
Escrito por Josué Adam Lazier às 13h18
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Ação de Graças
Ação de Graças Dia 26 de novembro é o dia de Ação de Graças. A gratidão, ou a ação de graças é uma das características da vivência cristã. Ela é motivada pelo fruto da terra, compreendida como providência de Deus que abençoa o trabalho do homem e da mulher. Entre os sacrifícios que o povo de Deus realizava no Antigo Testamento, atendendo as orientações dos sacerdotes, estava o sacrifício, ou oferta, em ação de graças pelos inumeráveis benefícios dados por Deus - Lv 7.12, especialmente o fruto da terra. A ação de graças fazia parte da vida litúrgica do povo. Os salmistas compuseram vários hinos com o tema para as celebrações - Sl 69.30; 147.7. O povo entrava no Templo cantando em ação de graças - Sl 100.4. O tema foi tão presente entre o povo que o livro de Salmos registrou este gênero de cântico e de expressão de gratidão. Os profetas ensinaram o povo a apresentar a ação de graças a Deus (Jr 33.11). Qual o significado da gratidão? Gratidão é o reconhecimento das dádivas dadas por Deus. É também retribuição, pois ação de graças está se referindo aos atos concretos de gratidão. Gratidão significa a recordação dos atos salvíficos de Deus. Ser grato significa dizer que a pessoa é livre para aceitar as adversidades da vida, assim como receber as vitórias, pois em todos os momentos sabe que está sob o cuidado de Deus e que nada poderá separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus - Rm 8.39. O louvor a Deus é uma forma de expressar gratidão. Nele o cristão destaca as coisas realizadas por Deus, reconhece a Sua Graça e rende a Glória que lhe é devida. O louvor é também uma atitude, não se resumindo ao ato do culto, mas se estendendo aos diversos momentos da vida. A palavra louvor e derivadas aparecem com muita insistência nas escrituras, pois, nas palavras da carta aos Efésios, fomos criados para o “louvor da sua glória” - Ef 1.6, 12, 14. Já o salmista declarava que o louvor estaria nos seus lábios - Sl 34.1. Outra forma concreta de expressar gratidão e louvor a Deus é pelo ato de solidariedade, ou de socorro, ou de empatia com a dor do próximo, ou de atenção e cuidado dirigidos aos outros, pois solidariedade é estar sensível às necessidades e lutas da vida, é acolher, é fortalecer, é ajudar na superação das crises e conflitos da vida. Aliás, a melhor forma de expressar gratidão a Deus é estender a mão para o próximo e compartilhar o que somos e o que temos. Bispo Josué Adam Lazier
Categoria: Reflexões
Escrito por Josué Adam Lazier às 13h24
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Um recado para ganhadores de alma “UM RECADO PARA GANHADORES DE ALMA” HORATIUS A.BONAR ROTEIRO DE ESTUDO
I - A IMPORTÂNCIA DE UM MINISTÉRIO VIVO 1. Qual é o principal objetivo do ministério cristão? 2. Quais são as conseqüências de um ministério morno? 3. Que definição o autor faz sobre o ministro com sucesso? II - A VERDADEIRA VIDA E O ANDAR DE UM MINISTRO 1. Qual a diferença básica para ser um verdadeiro ministro de Deus? 2. O que o autor sugere, em primeiro lugar, para a santidade do obreiro? 3. Que comentário o autor faz sobre comunhão com Deus e leitura da Bíblia? 4. O que o livro propõe, baseado em Malaquias 2.6, como essencial para o sucesso? Qual é o grande sucesso na vida ministerial? III - FALHAS NO PASSADO 1. Que considerações o autor faz sobre submissão? IV - CONFISSÃO MINISTERIAL 1. Quais os temas da confissão feita pela Igreja da Escócia em 1651, destacados pelo autor do livro? 2. O que caracteriza cada um dos temas? 3. Qual o conteúdo da confissão antes do ingresso no ministério? 4. Qual o conteúdo da confissão quando da entrada no ministério? 5. Qual o conteúdo da confissão quanto aos pecados após o ingresso no ministério? V - AVIVAMENTO NO MINISTÉRIO 1. Quais as características do Avivamento, Segundo Bonar? 2. Qual a principal característica deste avivamento? Roteiro de estudo preparado pelo bispo Josué Adam Lazier, para estudo e reflexão com a liderança da Igreja
Categoria: Pastorais
Escrito por Josué Adam Lazier às 11h09
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A crise desperata a criativade - preparando-se para o natal A CRISE DESPERTA PARA A CRIATIVIDADE 1. Durante a vida e o ministério do profeta Isaías o povo de Israel estava na iminente invasão pelos Assírios, uma grande potência que estendia seus limites e se aproximava da Terra Prometida. Israel faz aliança com a Síria, outro povo ameaçado e vizinho, para resistir aos invasores. O Reino de Judá, outra parte do povo de Israel é convidado a participar da resistência, mas o Rei Acaz decide fazer aliança e pagar tributos para os invasores Assírios. Com isto, Sírios e Israelitas ameaçam invadir o povo de Judá. 2. O profeta Isaías era contrário á aliança com os Assírios bem como em unir-se com os Sírios e Israelitas para a resistência armada. Para ele nenhuma das duas alternativas tinha algum futuro. Disse ao rei Acaz, Rei de Judá, que não devia confiar em armas e nos exércitos. A solução apontada pelo profeta era outra. Isaías falava de um Novo Tempo para o povo: tempo de esperança e paz, onde não haveria mais humilhações para as famílias e nem guerras para dissipar a sociedade judaica. No entanto o Rei não compreendia. Estava mais interessado em “garantir” pelas forças humanas a salvação. 3. Isaías continuava a declarar os oráculos de Deus sobre o assunto e a apontar sinais de que Deus libertaria Seu Povo, mas de maneira completamente diferente da buscada pelo Rei. Alguns sinais ensinaram isto: No meio da guerra, quando o povo de Judá estava perdendo, o Rei se apavorou e procurava solidificar suas defesas e defender a capital, quando Isaías surge para dar-lhe mais sinais: 1º) UM RESTO VOLTA - 7.3. Seu filho, um menino, cujo nome é UM-RESTO-VOLTA. O nome do menino traz uma mensagem para o rei. O que sobrou da guerra seria o sinal da libertação do seu povo. O futuro não estava assentado em grandes coisas, mas sim num menino, no resto que volta. 4. Isaías continua falando de um novo tempo e apresenta ao rei um novo sinal, outro menino: 2º) EMANUEL - 7.14. Uma jovem mulher está gravida e o seu filho pequenino ainda é o sinal de Deus para o Rei. O nome do menino será Emanuel, Deus presente, Deus conosco. 5. A guerra já estava causando muitas perdas. Estava chegando à capital. O sinal continua o mesmo - um menino: 4º) MARAVILHOSO, CONSELHEIRO, DEUS FORTE, PAI DA ETERNIDADE, PRÍNCIPE DA PAZ - 9.6. Os títulos usados são usados para referir-se aos reis e faraós. Isaías usa-os para designar o MENINO, um menino especial, que nasceria numa manjedoura mas teria nome de Rei. O novo tempo anunciado por Deus chegaria com este menino. 6. Finalmente, tudo estava arruinado e destruído. Muita morte e desesperança. Parecia não haver mais saída. Os sinais não foram vistos e interpretados. Mas o profeta continua com os olhos abertos e vê “um renovo”. No meio de troncos queimados e árvores caídas e secas, o profeta vê um renovo, sinal de ainda restava vida. Inspirado nesta imagem o poeta escreveu:
Da cepa brotou a rama, da rama brotou a flor, da flor nasceu Maria, de Maria o Salvador. 7. Em tempos de crise Deus chama seus profetas e profetisas para sonharem, enxergarem e proclamarem que do tronco seco brotou um renovo. Nestes tempos de crise Deus chama homens e mulheres com coragem para enfrentá-los e buscarem na criatividade a solução para as crises. 8. Os homens e mulheres chamados/as têm uma estranha audácia de audazes e não são repetidores de diálogos ou estereotipos. Bispo Josué Adam Lazier
Categoria: Reflexões
Escrito por Josué Adam Lazier às 11h04
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Esperar em Deus
ESPERAR EM DEUS O Salmista proclama bem alto para todos ouvirem: “Espera, oh Israel, no Senhor, desde agora e para sempre” - Salmo 131.3. No antigo Testamento alguns termos traduzidos por esperança ou esperar significam esperar, ansiar, aguardar, confiar. “Esperar como um ato fica em primeiro plano, e ocorrem nas promessas, exortações, mas, sobretudo como confissão da confiança, especialmente nos Salmos”.[i] Podemos encontrar esta esperança em Deus nos salmos 71.5, 52.9, 62.5, 130.5, 131.3, e outros. No salmo 119.116 o salmista chega a pedir a Deus que não deixe que a esperança seja motivo de vergonha. Duas palavras se destacam no Antigo Testamento: a primeira expressa a esperança em meio à angústia e em meio às lutas da vida (Jó 13.15 e Sl 130.7) e a segunda significa esperança com expectativa ou com desejo do coração (Sl 27.14 e Is 40.31).[ii] “Ambas as palavras expressam o sentido de esperar com confiança. Na verdade, o grande chão da esperança é a fé e a confiança em Deus em meio às crises e provações”.[iii] O salmista, ao compor o salmo 131 conjugou a esperança, cujo fundamento era a presença de Deus. Quando nós lemos este salmo nós tecemos a esperança em nossas vidas e nos fortalecemos para enfrentar as lutas da vida. Senhor Deus, desejamos ser renovados por Ti e renovados em nossa esperança para que as lutas da vida sejam motivos de força e superação, como frutos da Sua Presença em nós. Amém. Bispo Josué Adam Lazier
[i] Hoffmann, E. Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento, vol. II. São Paulo, SP: Edições Vida Nova, 1985, pg 115. [ii] Siqueira, Tercio Machado. Tirando o Pó das Palavras – História e Teologia das Palavras e Expressões Bíblicas. São Paulo, SP: Editora Cedro, 2005, pg. 93. [iii] Siqueira, Tercio Machado. Tirando o Pó das Palavras – História e Teologia das Palavras e Expressões Bíblicas. São Paulo, SP: Editora Cedro, 2005, pg. 93.
Categoria: Sermões
Escrito por Josué Adam Lazier às 10h51
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Con - cílio Estamos em con - cílio... "A celha (também chamada de cílio e pestana) é cada um dos pequenos pêlos que protegem as bordas externas das pálpebras, formando uma espécie de franja protetora do globo ocular. As celhas são como pequenas vassouras: protegem os olhos de poeira e pequenos insetos que caiam na região. Apesar de importante, não é a principal proteção da vista — o reflexo de fechar as pálpebras diante de um perigo é bem mais eficaz. Em média, nasce um cílio novo por dia" (Wikipédia). 
Inspirados no significado do cílio, podemos dizer que cada um dos membros do con-cílio são como pequenos protetores ou defensores da "menina dos olhos". Penso que a menina dos olhos de um con-cílio é a identidade e a confessionalidade que se expressa na eclesiologia e que promove a práxis, que é a missão. Se num concílio os cílios não cuidarem da "visão" eclesial, confessional e missionária, haverá divisão, pois os con-cílios estarão olhando para seus umbigos e não para os olhos dos outros, ou seja, sem o olho no olho não haverá diálogo, e sem diálogo não haverá concílio, e sem concílio ai dos cílios e sem os cílios em con, ai da "menina dos olhos". Tenho dito. Espero que alguém me entenda. Bispo Josué Adam Lazier
Categoria: Reflexões
Escrito por Josué Adam Lazier às 16h58
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Estamos em Concílio ESTAMOS EM CONCÍLIO PARA CONCILIAR, RECONCILIAR OU DESCONFIAR  Os meses de novembro de dezembro deste ano serão marcados pela realização dos Concílios Regionais. Sempre é bom lembrar o que significa concílio. Concílio quer dizer “convocação de uma representação determinada, para definir e deliberar sobre pontos atinentes à missão que lhe é própria”. O artigo 9º da Constituição da Igreja Metodista define Concílios como “órgãos jurisdicionais que se reúnem periodicamente para tratar dos interesses das respectivas áreas”. Neste sentido, o verbo conciliar tem vários significados que nos ajudam no cumprimento das nossas tarefas conciliares. Ele quer dizer “pôr de acordo”, “aliar, unir, combinar”, “atrair, granjear, captar”. Este convite é feito pela Palavra de Deus e está expressa em Filipenses 4.2: “...pensem concordemente, no Senhor”. O convite é para que conciliemos nossos desafios, nossos interesses, nossa disposição em servir ao Senhor, nossos sonhos, nossas esperanças, nossas convicções, nossas energias, etc. Como nos diz o apóstolo: “tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus” (Fp 2.5). Conciliar, portanto, tanto pode ser a pessoa que está presente num Concílio como delegado ou representante de alguma igreja ou órgão, mas também pode representar o diálogo que envolve estes conciliares em torno de idéias, de temas, de planos, de assuntos de suma importância para a vida da Igreja. Não há concilio se não houver disposição para a conciliação. A pergunta que fazemos no título desta reflexão é para provocar a reflexão: estamos em concílio para conciliar, reconciliar ou desconfiar uns dos outros e dos diferentes grupos que estão presentes no evento? Se for para conciliar ou reconciliar alguns temas se apresentam como fundamentais e norteadores dos trabalhos e dos debates conciliares: 1. Plano missionário. Qual é o plano? Quais são as estratégias de ação? Quem estará envolvido na realização do Plano? 2. Identidade confessional. Quais são as ênfases da identidade confessional que perpassaram pelas discussões, estudos e decisões? 3. Formação e educação da membresia. O que está sendo projetado em termos de formação, educação e mobilização dos diversos membros da Igreja para que não sejam alvos dos movimentos “pescaria no aquário” e dos grupos fundamentalistas e neo-pentecontais que se inseriram nos ambientes confessionais da Igreja? 4. Como os conciliares estão tratando dos temas da ética, cidadania, responsabilidade social, caráter e responsabilidade cristã? 5. Com relação à liderança das igrejas e dos ministérios qual será a ênfase? Formatação segundo um modelo estereotipado? Há uma “cartilha” oculta que deve ser seguida pelos líderes, caso contrário eles não poderão exercer suas lideranças? Ou há espaço para a diversidade no âmbito do exercício da liderança cristã? 6. E o discipulado? Vai virar encontro com Deus? Já virou encontro com Deus? Vai seguir propostas eclesiológicas antagônicas a eclesiologia metodista? Eu desconfio que os temas que estarão em pauta, formal e informalmente, serão os das eleições ao Concílio Geral e as candidaturas ao episcopado. Há quem desconfie que listagens estejam sendo distribuídas com nomes que deverão ser contemplados nas eleições e nomes que não devem ser considerados para nenhum cargo, sobretudo as de delegado ao Concílio Geral. Se for assim, é no mínimo lamentável. Como membro de um Concílio eu quero conciliar meus pensamentos, minhas energias e minhas forças para a conciliação e reconciliação. Espero não ter que desconfiar... Bispo Josué Adam Lazier
Categoria: Reflexões
Escrito por Josué Adam Lazier às 21h10
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